sábado, 21 de junho de 2008

Cotidiano e Publicidade

Estava eu lendo no Mix Brasil sobre o "Bofe da Temporada".
Tombou até com o Cauã Reymond no desfile da Blue Man.

E lá no meio do texto, uma informação crucial:
O modelo já tinha saido sem roupa na Vanity Fair!!

Na palavra roupa, um link.

Pensei, uau! eu clico aqui, vou direto na Vanity Fair encontrar a criação de Deus como Deus a criou.


Qual não foi minha surpresa quando o link abre uma página da "Camisaria Colombo" com ternos excelentes em três vezes de 66.90.
Três botoes, o último sempre aberto, justos e riscados como todo terno deve ser.

De repente, "o que que eu to fazendo aqui mesmo?"


AH... Nada do Top do Verão pelado, que eu quase já tinha me esquecido no meio dos ternos.

De uma página sacana, repleta de sunguinhas eu cai num escritório de advocacia na Rio Branco às 5 da tarde.

Pensei nas bichas engravatadas da Rio Branco, mas pensei mais em como a publicidade pode ser brochante e inconveniente ainda que certeira (afinal gostei dos ternos).

Mas gente, uma materia sobre sunga e o cara vem me vender terno, na hora que o bofe assunto ficaria sem roupa. Francamente.



Carlos Freire, Agencia 40º models - Terno da Camisaria Colombo

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